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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

CFP lança primeiro vídeo da série Drogas e Cidadania

O Conselho Federal de Psicologia apresenta o primeiro vídeo da série Drogas e Cidadania, novo elemento da campanha sobre o tema. 

O CFP espera que os vídeos sejam instrumento para que as psicólogas e os psicólogos possam discutir com profundidade o assunto. 


Compartilhem o material nas suas redes e listas, discutam, avisem amigos e colegas de trabalho!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Psicoterapias em diálogo

No dia 01 de novembro, recebemos a visita da psicóloga Cristina Lessa Horta, mestre em Psicologia, para fazer a divulgação do curso que está sendo oferecido em pareceria com a SPRGS.  Na reunião ela ressaltou que a ideia de realizar este curso surgiu através da fala do NESP no evento em comemoração ao Dia do Psicólogo. Neste dia, as acadêmicas Ana e Lisiane falaram sobre a importância de ter um espaço onde um caso clínico pudesse ser discutido através das diferentes teorias. Considerando este pedido dos estudantes, o curso foi elaborado em parceria com a Prontamente Clínica de Psiquiatria e Psicoterapia, o curso Psicoterapias em Diálogo, coordenado pela psicóloga e sócia da SPRGS, Cristina Lessa Horta. 

Psicoterapias em Diálogo

O objetivo do curso é proporcionar o estudo teórico prático da psicoterapia, a partir de um diálogo entre as abordagens psicanalítica, cognitivo comportamental, sistêmica e biológica. Trata-se de um curso teórico prático, com discussão de situações clínicas, que se propõe ao encontro das convergências entre as abordagens psicanalítica, cognitivo comportamental, sistêmica e biológica. Os modelos integradores representam alternativa contemporânea tanto para uso em clínica privada quanto nos serviços de saúde do SUS. 
Além de Cristina Lessa Horta, mestre em Psicologia, fazem parte do corpo docente do curso a mestre em Psicologia Viviane Samoel Rodrigues e o Doutor Rogério Lessa Horta. 

As inscrições estão sendo feitas na sede da SPRGS e o curso acontecerá na sede da Prontamente Clínica de Psiquiatria e Psicoterapia (Rua Des. Esperidião de Lima Medeiros, 145 – Três Figueiras – Porto Alegre - Fone: 3326.1097). O curso acontece às quintas-feiras, entre 10 de novembro e 08 de dezembro de 2011, das 19h às 22h.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Parceria entre CRPRS e NESP

No dia 21 de outubro a Comissão de Formação do CRPRS promoveu um debate entre profissionais, professores e estudantes com o tema: “Ética e Avaliação Psicológica”. 
Aspectos da formação dos psicólogos estiveram na pauta, juntamente com a utilização privativa dos testes por psicólogos e a ética na aplicação de instrumentos de avaliação psicológica – principal causa de denúncias aos Conselhos de Psicologia. 
Além de palestras, o evento trouxe discussões de casos em grupos e posterior debate em plenário, o que foi enriquecido pela presença de diversos representantes de instituições de ensino da região metropolitana e do interior do estado.
O NESP fez-se presente através dos coordenadores Ana e Diogo que defenderam uma maior participação dos acadêmicos de psicologia nas discussões do Conselho, sendo convidados a participar das reuniões da Comissão de Formação.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Senado debate Ato Médico

Uma audiência pública na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) debateu, nesta quinta-feira (29), com representantes de diversas profissões da saúde o chamado PL do Ato Médico (PLS nº 268/2002 – PLC 7.703/2006).

O presidente do Conselho Federal de Psicologia, Humberto Verona, defendeu, em sua fala, a manutenção do trabalho multiprofissional na saúde. “Para nós a preocupação com o projeto é que ele traz em sua essência o vírus que mata o que tem sido construído ao longo da história da saúde no Brasil, ele acaba com a solidariedade que é tão necessária entre os profissionais da saúde”, disse.
Ele destacou ainda a importância de haver troca entre os diversos profissionais da saúde em prol do melhor atendimento ao cidadão. “O problema central que nos faz estar unidos nesta luta, é que o projeto ainda não tirou do seu conteúdo os pontos que ferem a possibilidade de atendimento integral ao cidadão”, pontuou.

O relator do projeto, senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), adiantou durante a audiência, que o projeto que veio da Câmara não será o final. “Não irei apresentar nenhum relatório enquanto não conseguir convencer a todos de que seja a melhor solução”, disse. E completou “Eu, como cidadão, preciso do psicólogo, do farmacêutico, do médico, enfim, de todos os profissionais. Vamos fazer o máximo para que trilhemos o caminho da harmonia”, comprometeu-se.

Os farmacêuticos disseram ser a favor da regulamentação da medicina, mas defenderam o direito da sociedade ter uma saúde integral.
O retrocesso trazido pelo projeto do Ato Médico, bem como a necessidade de diálogo para que todos os lados sejam ouvidos e coloquem suas posições, foram pontos tratados nas falas dos representantes de diferentes áreas da saúde.

O senador José Pimentel (PT-CE) dirigiu os trabalhos da audiência. O tema foi proposto por requerimento dos senadores Randolpe Rodrigues (PSOL-AP) e Inácio Arruda (PCdoB-CE).

De acordo com a agência Senado foram convidados para a audiência: Roberto Luiz D'Avila, do Conselho Federal de Medicina (CFM); Roberto Mattar Cepeda, do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional; Manoel Carlos Neri da Silva, do Conselho Federal de Enfermagem; Jaldo de Souza Santos, do Conselho Federal de Farmácia; Rosane Maria Nascimento da Silva, do Conselho Federal de Nutricionistas; José Lião de Almeida, da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde; Ivan Rogério Freitas Sciessere, Presidente do Sindicato Nacional dos Optometristas; Humberto Verona, presidente do Conselho Federal de Psicologia; José Luiz Gomes do Amaral, da Associação Médica Brasileira; e Cid Célio Jayme Carvalhaes, da Federação Nacional dos Médicos.

Fonte: POL

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Importância da diversidade das mulheres é reforçada em debate on line

Para comemorar o dia da psicóloga e do psicólogo em 2011 foi realizado pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP), na noite de terça-feira (23), o debate Psicologia Brasileira: Profissão de Muitas e Diferentes Mulheres. O debate foi transmitido via internet no site do CFP e contou com as participações da secretária de Políticas de Ações Afirmativas da Secretaria de Políticas de Promoção de Igualdade Racial, Anhamona Silva de Brito e da psicóloga e militante feminista integrante do Fórum de Mulheres de Pernambuco, Suely de Oliveira. A coordenação do debate foi da conselheira do CFP Marilda Castelar.

A importância de se pensar a diversidade de mulheres que há no Brasil e o respeito à pluralidade deram o tom do debate, que teve início com alguns questionamentos de Anhamona Silva, entre eles “qual é o perfil da mulher psicóloga no Brasil, onde elas estão e quais são as complexidades que enfrentam no exercício da profissão, sejam negras ou brancas”. Segundo Anhamona, a questão do racismo deve ser levada em consideração quando se discute os direitos das mulheres no Brasil. “A maioria da população brasileira é negra e a maioria também é de mulheres. E as mulheres negras estão em situações de vulnerabilidade maior, são mais acometidas por psicopatias”. Mais uma vez, Anhamona questionou qual o perfil da mulher que está nos espaços de tratamento psiquiátricos e que mulheres têm ou não acesso a eles.

A psicóloga Suely de Oliveira trouxe ao debate discussões de alguns capítulos da Pesquisa em que é colaboradora - “A mulher brasileira nos espaços público e privado”. No universo da pesquisa, feita com mulheres e homens acima de 15 anos, Suely destacou temas relacionados à percepção de ser mulher no Brasil, ao machismo , ao uso de preservativo e à violência doméstica e sexual. “Apesar da maioria dos homens admitir que a violência contra a mulher é errada, 57% admitiu que pelo menos uma vez já praticou violência contra alguma namorada ou esposa e 43% que já o fez algumas vezes” , destaca.

Segundo a conselheira Marilda Castelar, o tema gênero já tem sido abarcado com mais entusiasmo pelo Congresso Nacional, mas para que a inserção e a permanência da questão se mantenham é preciso a articulação com instituições de ensino superior, movimentos estudantis e movimentos de mulheres. “O Sistema Conselhos colocou como prioridade a discussão destas políticas”.

Outros

Antes de serem iniciadas as discussões, foi transmitido um vídeo com os vencedores do concurso profissional Democracia e Cidadania Plena das Mulheres e, durante o debate, foi anunciada a inauguração, ainda em agosto, do novo serviço online do Sistema de Cadastro Nacional de Psicólogos e da Ouvidoria no CFP.

O debate estará em breve disponível nesta página (www.pol.org.br) e na página da campanha Psicologia: profissão de muitas e diferentes mulheres (http://mulher.pol.org.br).

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Vamos ter aquela conversa?

Inspirados pela discussão do último Psicologia e Cultura, em julho de 2011, vamos discutir um pouco sobre Sexualidade e como esta deve ser abordada pelos pais.

O assunto que era proibido, hoje é imperativo, em todos os meios de comunicação. Vários fatos contribuíram para isto: um deles, positivo, foi a criação da pílula anticoncepcional, que desvinculou o sexo da reprodução e permitiu que a mulher começasse a buscar seu prazer, o que antes só era permitido a homens ou mulheres de baixa reputação. O outro fato, infelizmente, foi o surgimento da AIDS, na década de 80. Só a partir da síndrome, foi possível que conceitos fossem revistos e se abrisse a discussão sobre as diferentes orientações sexuais.

A dificuldade de comunicação continua mas os jovens começam sua vida sexual cada dia mais cedo e, ainda desorientados, muitas vezes pela pressão dos pares. Afinal, se até bem pouco tempo, a virgindade era uma virtude, hoje é considerado um peso para muitos adolescentes. As escolas, apesar da existência dos Parâmetros Curriculares Nacionais, que consideram que a sexualidade deve ser abordada de forma transversal, em todas as disciplinas, têm ainda dificuldade de lidar com esta questão e cumprirem a função de educar para o exercício de uma sexualidade sadia e responsável.

E como a sexualidade deve ser vista? Como um dos aspectos da nossa existência. Implica em responsabilidade e autoria, bem como em respeito ao próximo, em reconhecer limites. É muito difícil para o ser humano lidar com o que é diferente de si. Tenta-se em vão colocar rótulos nos comportamentos, para poder compreendê-los, sem que se tente aceitá-los... Mas não seria esta a primeira função dos pais - e também dos psicoterapeutas e médicos?

A sexualidade perpassa todo o nosso comportamento. Não se limita à genitalidade e nem à prática sexual. É nossa marca no mundo... É um dos componentes da nossa felicidade e saúde, mas não o único.

Nem todos se encaixam na fôrma que o social oferece. E aqueles que não se encaixam, sofrem, se diminuem e desvalorizam. Quando se trata de sexualidade, muitos atentam contra a vida para escapar contra as pressões sociais. Outros se engajam em relações completamente sem significado, só para cumprirem o que a sociedade espera.

Pais também se mostram confusos. Perguntam-se porquê e como irão aceitar as decisões dos filhos, se tiveram tantas vezes que abrir mão dos próprios desejos... De certa forma, repetem as imposições, por não quererem discutir diferentes possibilidades daquelas que enxergaram para si. Neste ponto, a psicoterapia também pode ser muito importante para que pais, em conflitos com os desejos e novos hábitos da juventude, extravasem suas frustrações, tirem suas dúvidas (sim, muitos pais simplesmente não orientam porque desconhecem o que seus filhos já sabem há tempos...). Não raro, vemos pais frustrados, invejando a liberdade dos filhos e que - por isto mesmo - os tentam desencorajar nas suas aventuras e escolhas pela vida...

Por fim, professores - e também profissionais da saúde - muitas vezes recebem a missão de ensinar ou orientar e também tem suas próprias dificuldades, mal resolvidas, dúvidas sem respostas... Cabe a eles procurarem também aprofundarem suas buscas interiores, bem como buscar a informação, que hoje certamente é muito mais acessível do que para os pioneiros do estudo da sexualidade no início do século 20.

A forma com que lidamos com a nossa sexualidade, mesmo não sendo conseqüência ou causa direta do nosso sucesso, se relaciona com a forma com que encaramos a vida como um todo: com medo? Com dúvidas? Arriscando? Sendo responsáveis? Estas questões, quando surgem no consultório, não são - de modo algum - separadas de outras que emergem, como relações familiares ou profissionais. Podem ser a primeira queixa terapêutica ou surgirem ao longo do processo. Mas, é sempre bom lembrar que a sexualidade faz parte do todo, mas não se pode tomar as partes pelo todo...

Fonte: Psicologia e Saúde

Fique atento a próxima discussão do Psicologia e Cultura:

Pai Multifuncional

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Pinturas de Dalí podem ajudar a 'prever' surto de esquizofrênicos

Boa tarde,

Para complementar a reflexão de ontem, sobre a importância de investigarmos novas técnicas, gostaria de compartilhar com vocês leitores mais esta notícia! Trata-se de um estudo realizado pela USP sobre o uso das pinturas de Dalí no diagnóstico precoce de esquizofrenia.

Leia:

Estudo com portadores de esquizofrenia, divulgado pela Revista de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), indica que pinturas do espanhol Salvador Dalí (1904-1989) podem servir de ferramenta para avaliar alterações na percepção de formas e tamanhos, comuns quando o doente está prestes a entrar em surto.

A avaliação pode ajudar o médico a fazer um diagnóstico precoce e, as
sim, evitar as crises. ?O surto traz muitos prejuízos para o doente, explica Maria Lúcia de Bus
tamante Simas, autora do trabalho ao lado de cinco pesquisadores das Universidades Federais de Pernambuco e Paraíba.

Foram feitos dois estudos, comparando grupo de doentes com outro de pessoas saudáveis.

Os portadores de esquizofrenia percebiam as figuras das pinturas de Dalí em tamanho 1,5 a 3 vezes maior antes de entrar em surto. No segundo estudo, com pacientes depressivos, não foram detectadas alterações na percepção de tamanho.

Questionada sobre o porquê da utilização de pinturas de Salvador Dalí, Maria Lúcia explica que seus quadros não têm perspectiva linear. Além disso, há muitos indícios na literatura de que o pintor tinha psicose. O comportamento e a escrita dele apontam para isso.

No Brasil, existem cerca de 1,8 milhão de esquizofrênicos. A cada a
no, cerca de 50 mil manifestam a doença pela primeira vez. Ela atinge em igual proporção pessoas de ambos os sexos, mas, em geral, começa mais cedo no homem, por volta dos 20 a 25 anos de idade - na mulher, dos 25 aos 30.

Os esquizofrênicos sofrem com apatia, delírios e alucinações, sendo as auditivas mais comuns. Também têm alterações do pensamento: as ideias podem ficar confusas, desorganizadas ou desconexas, tornando o discurso do paciente difícil de compreender. As informações são do jornal


Para ler o artigo na íntegra, clique aqui.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Psicólogos devem estar ao serviço da sociedade...

Boa noite,

Gostaria de compartilhar com vocês leitores esta notícia que li no site guia da Angola. Vamos refletir sobre esta importante área da Psicologia, a produção científica.
Não há dúvidas de que a produção de conhecimento atual está diretamente ligada ao aprendizado das teorias fundadoras desta ciência.
Mas...neste momento estou me perguntando, será que nós futuros psicólogos estamos sendo preparados para nos transformarmos em pensadores ou estamos apenas sendo preparados para por em prática a teoria já existente? Seria esta a melhor maneira de ajudar a sociedade? Tentando enquadrar os conflitos sociais atuais em teorias baseadas em pensadores de séculos passados?

Vamos pensar mais sobre isto!

Psicólogos devem estar ao serviço da sociedade

Huambo - O coordenador científico do curso de pós-graduação, José Carlos Caldes, defendeu nesta segunda-feira, no Huambo, a necessidade dos psicólogos desenvolverem novos conhecimentos, pensamentos e emoções humanas, com vista a satisfazerem as exigências da sociedade actual.

Discursando na cerimónia de abertura do referido curso de pós-graduação na área de psicologia clínica e de saúde, conducente ao mestrado na mesma especialidade, o docente universitário realçou que o psicólogo deve estar ao serviço da sociedade, aplicando
seus conhecimento para a resolução de problemas sociais que afectam a população.

Segundo o responsável, na sociedade actual tais especialistas (psicólogos) tem o papel essencial de aplicar os seus conhecimentos na avaliação e
resolução dos problemas importantes que surgem ao nível das pessoas, no trabalho, na família, na escola e de uma forma geral, na própria sociedade.

"O psicólogo tipicamente realiza várias actividades humanas, sendo nos hospitais gerais para doenças mentais, clínicas, consultórios privados, escolas, empresas, desportos, entre outros. Por isso é importante que o mesmo efectue investigações científicas", advogou.

Para José Carlos Caldes, a psicologia é uma ciência que se dedica a investigar, estudar, diagnosticar e intervir na psicoterapia e consultas psicológicas que ajudam a explicar e resolver diferentes tipos de problemas humanos.

Com duração de dois anos, o referido curso de pós-graduação, o primeiro que a CESPU-Formação Angola e a CESPU-Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário ministram no Huambo, conta com a participação de 69 estudantes.

Em Angola esta é a segunda acção formativa que estas duas instituições privadas ministram, sendo que a primeira ocorreu em Benguela.


Foto: Mulheres Angolanas vestidas de Costume étnico tradicional. (Sérgio Guerra/Olhares)

domingo, 10 de julho de 2011

Onde as crianças do mundo dormem?

Boa tarde pessoal!

Segue o belo trabalho do fotógrafo James Mollison . Salta aos olhos as diferenças, que apontam para uma dimensão crucial de qualquer realidade: a cultura onde se vive. Parece que aí está a gestação do futuro, seja lá para onde ele for.

James Mollison viajou ao redor do mundo e decidiu criar uma série
de fotografias mostrando os quartos infantis que foi enfim compilada em um livro, intitulado Onde as criança dormem. Cada par de fotografias é acompanhada por uma legenda estendida que conta a história da criança. As diferenças entre cada espaço do sono é impressionante.

Mollison nasceu no Quênia em 1973 e cresceu na Inglaterra. Depois de estudar arte e design na Universidade de Oxford Brookes, e cinema e fotografia em Newport School of Art and Design, ele se mudou para a Itália para trabalhar no laboratório criativo da fábrica da Benetton.

O projeto tornou-se uma referência de pensamento crítico sobre a pobreza e a riqueza, sobre a relação das crianças com as suas posses -ou a falta delas-. O fotógrafo espera que seu trabalho ajude outras crianças a pensar sobre a desigualdade no mundo, para que, talvez, no futuro eles pensem como agir para diminuir esta diferença.


Lamine, 12 anos, vive no Senegal. As camas são básicas, apoiadas por alguns tijolos. Aos seis anos, todas as manhãs, os meninos começam a trabalhar na fazenda-escola onde aprendem a escavação, a colheita do milho e lavrar os campos com burros. Na parte da tarde, eles estudam o Alcorão. Em seu tempo livre, Lamine gosta de jogar futebol com seus amigos



Tzvika, nove anos, vive em um bloco de apartamentos em Beitar Illit, um assentamento israelense na Cisjordânia. É um condomínio fechado de 36.000 Haredi. Televisões e jornais são proibidos de assentamento. A família média tem nove filhos, mas Tzvika tem apenas uma irmã e dois irmãos, com quem divide seu quarto. Ele é levado de carro para a escola onde o esporte é banido do currículo. Tzvika vai à biblioteca todos os dias e gosta de ler as escrituras sagradas. Ele também gosta de brincar com jogos religiosos em seu computador. Ele quer se tornar um rabino, e sua comida favorita é bife e batatas fritas.


Jamie, nove anos, vive com seus pais e irmão gêmeo e sua irmã em um apartamento na quinta Avenida em Nova Iorque. Jamie frequenta uma escola de prestígio e é um bom aluno. Em seu tempo livre, ele faz aulas de judô e natação. Quando crescer, quer se tornar um advogado como seu pai.


Indira, sete anos, vive com seus pais, irmão e irmã, perto de Kathmandu, no Nepal. Sua casa tem apenas um quarto, com uma cama e um colchão. Na hora de dormir, as crianças compartilham o colchão no chão. Indira trabalha na pedreira de granito local desde os três anos. A família é muito pobre para que todos tenham que trabalhar. Há 150 crianças que trabalham na pedreira. Indira trabalha seis horas por dia além de ajudar a mãe nos afazeres domésticos. Ela também freqüenta a escola, a 30 minutos a pé. Sua comida preferida é macarrão. Ela gostaria de ser bailarina quando crescer.


Kaya, quatro anos, mora com os pais em um pequeno apartamento em Tóquio, Japão. Seu quarto é forrado do chão ao teto com roupas e bonecas. A mãe de Kaya faz todos os seus vestidos e gostos -Kaya tem 30 vestidos e casacos, 30 pares de sapatos, perucas e um sem contar de brinquedos. Quando vai à escola fica chateada por ter que usar uniforme escolar. Suas comidas favoritas são a carne, batata, morango e pêssego. Ela quer ser cartunista quando crescer.


Douha, 10, mora com os pais e 11 irmãos em um campo de refugiados palestinos em Hebron, na Cisjordânia. Ela divide um quarto com outras cinco irmãs. Douha freqüenta uma escola, a 10 minutos a pé, e quer ser pediatra. Seu irmão, Mohammed, matou 23 civis em um ataque suicida contra os israelenses em 1996. Posteriormente, os militares israelenses destruíram a casa da família. Douha tem um cartaz de Maomé em sua parede.


Jasmine (Jazzy), quatro anos, vive em uma grande casa no Kentucky, EUA, com seus pais e três irmãos. Sua casa é na zona rural, rodeada por campos agrícolas. Seu quarto é cheio de coroas e faixas que ela ganhou em concursos de beleza. A garota já participou de mais de 100 competições. Seu tempo livre é todo ocupado com os ensaios. Jazzy gostaria de ser uma estrela do rock quando crescer.


A casa para este garoto e sua família é um colchão em um campo nos arredores de Roma, Itália. A família veio da Romênia de ônibus, depois de pedir dinheiro para pagar as passagens. Quando chegaram em Roma, acamparam em terras particulares, mas foram expulsos pela polícia. Eles não têm documentos de identidade, de forma que não conseguem um trabalho legal. Os pais do garoto limpam pára-brisas de carros nos semáforos. Ninguém de sua família foi um dia para a escola.



Dong, nove anos, vive na província de Yunnan, no sudoeste da China, com seus pais, irmã e avó. Ele divide um quarto com a irmã e os pais. A família tem uma propriedade que permite cultivar quantidade suficiente de seu próprio arroz e cana de açúcar. A escola de Dong fica a 20 minutos a pé. Ele gosta de escrever e cantar. Na maioria das noites, ele passa uma hora fazendo o seu dever de casa e uma hora assistindo televisão. Dong gostaria de ser policial.


Roathy, oito anos, vive nos arredores de Phnom Penh, Camboja. Sua casa fica em um depósito de lixo enorme. O colchão de Roathy é feito de pneus velhos. Cinco mil pessoas vivem e trabalham ali. Desde os seis anos, todas as manhãs, Roathy e centenas de outras crianças recebem um banho em um centro de caridade local, antes de começar a trabalhar, lutando por latas e garrafas de plástico, que são vendidos para uma empresa de reciclagem. Um pequeno lanche é muitas vezes a única refeição do dia.


Thais, 11, mora com os pais e a irmã no terceiro andar de um bloco de apartamentos no Rio de Janeiro, Brasil. Ela divide um quarto com a irmã. Vivem nas vizinhanças da Cidade de Deus, que costumava ser conhecida por sua rivalidade de gangues e uso de drogas. Thais é fã de Felipe Dylon, um cantor pop, e tem pôsteres dele em sua parede. Ela gostaria de ser modelo.


Nantio, 15, é membro da tribo Rendille no norte do Quênia. Ela tem dois irmãos e duas irmãs. Sua casa é uma pequena barraca feita de plástico. Há um fogo no centro, em torno do qual a família dorme. As tarefas de Nantio incluem cuidar de caprinos, cortar lenha e carregar água. Ela foi até a escola da aldeia por alguns anos, mas decidiu não continuar. Nantio está esperando o seu moran (guerreiro) para casar. Ela só tem um namorado no momento, mas não é incomum para uma mulher Rendille ter vários namorados antes do casamento.


Joey, 11, mora em Kentucky, EUA, com seus pais e irmã mais velha. Ele acompanha regularmente o seu pai em caçadas. Ele é dono de duas espingardas e uma besta, e fez sua primeira vítima -um cervo- quando tinha sete anos. Ele está esperando para usar sua besta durante a temporada de caça seguinte. Ele ama a vida ao ar livre e espera poder continuar a caçar na idade adulta. Sua família sempre come carne de caça. Joey não concorda que um animal deve ser morto só por esporte. Quando não está caçando, Joey freqüenta a escola e gosta de ver televisão com o seu lagarto de estimação, Lily.

Fonte: Centro Acadêmico ULBRA Canoas - SINAPSI

terça-feira, 31 de maio de 2011

Perfil do Paciente Cardiopata



O próximo encontro do NESP acontece no dia 4 de junho, às 10hs, com o tema "O Perfil do Paciente Cardiopata".

As convidadas são Angela Cauduro de Castro e Luciane Xavier Branco.

A coordenação será realizada pelo estudante de Psicologia Richard Assimos

Horário: 10hs

Local: SPRGS - Rua Felipe Neri, 414 - 2º andar - (51)3331.8586 – www.sprgs.org.br

Atividade Promovida pelo NESP - Núcleo de Estudantes da SPRGS.
Evento gratuito!

Atestado mediante solicitação na secretaria.

terça-feira, 22 de março de 2011

Debate sobre o mercado de trabalho





O Núcleo de Estudantes da SPRGS e Núcleo de Recém Formados da SPRGS promovem no próximo dia 16 de abril o evento:

"Mercado de Trabalho: diferentes perspectivas, ética e marketing".

Será uma oportunidade única para aprender mais sobre as diferentes áreas de atuação da psicologia.

A programação é a seguinte:

9h às 09h45min – PSICOLOGIA JURÍDICA
10h às 10h45min – PSICOLOGIA DO TRANSITO
10h45min às 11h30min – PSICOLOGIA DO ESPORTE

13h às 13h45min - PSICOLOGIA ECONÔMICA E DO CONSUMIDOR
14h às 14h45min - ÉTICA e MARKETING PROFISSIONAL

O evento é gratuito para sócios da SPRGS e o investimento para não-sócios é de R$ 10,00. O evento acontece na sede da SPRGS!

Debate sobre o mercado de trabalho


O Núcleo de Estudantes da SPRGS e Núcleo de Recém Formados da SPRGS promovem no próximo dia 16 de abril o evento:

"Mercado de Trabalho: diferentes perspectivas, ética e marketing".

Será uma oportunidade única para aprender mais sobre as diferentes áreas de atuação da psicologia.

A programação é a seguinte:

9h às 09h45min – PSICOLOGIA JURÍDICA
10h às 10h45min – PSICOLOGIA DO TRANSITO
10h45min às 11h30min – PSICOLOGIA DO ESPORTE

13h às 13h45min - PSICOLOGIA ECONÔMICA E DO CONSUMIDOR
14h às 14h45min - ÉTICA e MARKETING PROFISSIONAL

O evento é gratuito para sócios da SPRGS e o investimento para não-sócios é de R$ 10,00. O evento acontece na sede da SPRGS

segunda-feira, 21 de março de 2011

Psicologia Cognitiva

Pessoal...

Estamos elaborando o material com a aula, literalmente, que tivemos sobre Psicologia Cognitivo Comportamental neste lindo sábado, dia 19/03.
Por enquanto, repasso as fotos do grupo que participou do evento!

(Vice-Coordenadora NESP: Luciane Xavier Branco, dando inicio a atividade)

(Palestrante: Leandro Feix)







Aguardem o vídeo!



quarta-feira, 16 de março de 2011

Conversando sobre as Psicoterapias Cognitivo-Comportamentais



O próximo evento do Núcleo de Estudantes da SPRGS acontece no dia 19 de março, às 10 horas e tem como tema Conversando sobre as Psicoterapias Cognitivo-Comportamentais.

O convidado da atividade é Leandro da Fonte Feix, que possui graduação em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e especialização em Psicologia Clínica com ênfase em Psicoterapia Cognitivo-Comportamental. É mestre em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2008).

Coordenação da atividade: Luciane Xavier Branco - vice-coordenadora do NESP e acadêmica de Psicologia do IPA.

A atividade acontece na sede da SPRGS (Felipe Neri 414, segundo andar).

Esperamos vocês!

Público Alvo: profissionais e estudantes da área da saúde.

ATIVIDADE GRATUITA

Maiores informações clique aqui !